Sem entendimento: Declaração de Bolsonaro derruba ações da Eletrobras

O discurso de Bolsonaro vai na direção oposta da cartilha liberal de seu guru econômico, Paulo Guedes, que sempre defendeu a venda das empresas estatais para arrecadar dinheiro para o pagamento da dívida pública e para viabilizar seu projeto de reforma da Previdência.

Na semana passada, em entrevista ao Estado, o general Oswaldo de Jesus Ferreira, também da equipe de Bolsonaro, já havia indicado a intenção de não privatizar empresas consideradas estratégicas, como Petrobrás, Furnas, Caixa e Banco do Brasil. Ferreira, porém, havia confirmado que a Eletrobrás iria para a iniciativa privada.

Na segunda e na terça-feira, os papéis da empresa avançaram 17,3% e 3,68%, respectivamente, com a possibilidade de a privatização da estatal sair do papel dado o fortalecimento do presidenciável na corrida eleitoral após o primeiro turno.

“Só está surpreso (com a fala de Bolsonaro) quem não fez a lição de casa. Bolsonaro e os que foram eleitos com ele (os parlamentares do PSL) têm visões parecidas: nacionalizantes e contra propostas liberalizantes”, disse o economista Marcos Lisboa, presidente da instituição de ensino superior Insper e secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda entre 2003 e 2005.

O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, também destaca que o candidato tem visão estatizante e critica o fato de o mercado financeiro ter comprado a ideia de que ele mudaria o modo de pensar em apenas um ano. “O mercado acredita no que quer. Mas, por 30 anos, ele teve uma postura estatizante. Não seria convertido da noite para o dia.”

Desde o começo da campanha eleitoral, Bolsonaro admitiu não entender de economia e destacava sempre que deixaria o assunto nas mãos de Guedes. Quando o economista sugeriu o retorno da CPMF (imposto sobre movimentação financeira), no entanto, o candidato rapidamente o desautorizou.

Para Vale, diante dessas divergências ideológicas – que estão ficando mais expostas no fim da corrida eleitoral -, a permanência de Paulo Guedes em um eventual governo Bolsonaro deve durar menos de um ano.

Petrobrás
A entrevista de Bolsonaro à Bandeirantes também resultou, na quarta-feira, 10, em uma queda de 3,7% nas ações ordinárias (com direito a voto) da Petrobrás. O candidato declarou que a estatal não pode se “salvar” e “matar a economia”, em referência à política de paridade internacional praticada pela estatal, que acompanha internamente os preços praticados nas principais bolsas de negociação de commodities. Essa política foi adotada durante o governo de Michel Temer, na gestão de Pedro Parente no comando da petroleira, e foi uma das desencadeadoras da greve dos caminhoneiros.

Esse novo discurso do candidato do PSL em relação às estatais assemelha-se ao projeto petista, destaca Vale. “Acho que se ele (Bolsonaro) que ser diferente (do PT), precisa sinalizar melhor ao mercado”, disse Vale. Lisboa compartilha a mesma opinião: “Muitos aspectos econômicos do discurso (de Bolsonaro) são semelhantes ao do governo do PT pós 2008. Mas um candidato (Bolsonaro) vende pela direita e outro (Fernando Haddad) pela esquerda.”

O programa de Haddad afirma que pretende “suspender a política de privatização de empresas estratégicas para o desenvolvimento nacional” e que a política de preços da Petrobrás será “reorientada”.

“O mercado brasileiro é aberto a importações e, portanto, não é possível manter os preços domésticos desalinhados dos preços internacionais. No entanto, não é necessário que esses ajustes se façam ao sabor da volatilidade diária, diz o documento” Procurados, economistas do programa do PT não quiseram dar entrevistas.

Relembre
Na tentativa de privatizar a Eletrobrás, o governo Temer contratou o executivo Wilson Ferreira Jr. em 2016 para pôr ordem na casa. Além de programas de demissão voluntária, o presidente da estatal conseguiu reduzir gastos e integrar os centros de custos das empresas do grupo.

Também vendeu participações em usinas e linhas de transmissão e privatizou quatro distribuidoras de energia. Mas a privatização da estatal, por meio da venda de ações, ficou para o próximo governo, que pode definir novos rumos para a empresa.

Fonte: Terra

Ufpi denuncia ameaça homofóbica dentro de banheiro à Polícia Federal

“Vamos matar viado”. Esta ameaça a pessoas homoafetivas está escrita em um dos banheiros do Centro de Ciências Agrárias-CCA da Universidade Federal do Piauí. Alunos postaram em redes sociais uma imagem da mensagem homofóbica e afirmam que estão com medo de sofrer ataques.

A Universidade Federal do Piauí informou ao Cidadeverde.com que a direção do CCA denunciou, nesta quarta-feira (10), o caso à Polícia Federal, responsável pelas investigações.

A UFPI confirmou que “infelizmente” a ameaça homofóbica foi feita no banheiro do Centro e ressaltou que “não tolera, não aceita e não compactua com nenhuma atitude criminosa, preconceituosa, misógina, homofóbica e racista”.

A universidade pede, ainda, que os alunos que sofrerem algum tipo de ameaça, seja física ou verbal, formalize denúncias, realizando Boletins de Ocorrência na polícia e informando a ouvidoria da UFPI.

“A UFPI só pode agir com denúncias formalizadas, em que as pessoas não fiquem anônimas, para que providências junto aos órgãos sejam tomadas”, destaca a superintendência de Comunicação Social da universidade.

Fonte: CidadeVerde

Haddad posa com governadores do Nordeste, que reformam apoio ao petista

Reforçando a força eleitoral do Partido dos Trabalhadores na região Nordeste, o candidato à presidência da República, Fernando Haddad, posou com os governadores do Piauí, Ceará, Bahia e Maranhão, que se comprometeram em trabalhar na campanha do petista neste segundo turno.

Os resultados de Haddad no Nordeste ajudaram a levar o pleito para a segunda etapa, agora num embate direito com Jair Bolsonaro, do PSL.

E sabendo que terá de lutar pelos votos dos nordestinos, em uma das primeiras entrevistas após o primeiro turno, Bolsonaro fez questão de falar a estes eleitores.

Estudantes do ensino presencial conseguem melhor desempenho no Enade

Pelo menos 46,6% dos alunos do ensino a distância trabalhavam 40h por semana ou mais

O resultado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), realizado com alunos de instituições públicas e privadas do ensino superior, apontou que 6,1% dos cursos presenciais obtiveram o maior Conceito Enade na avaliação de 2017. Nos cursos a distância, esse percentual caiu para 2,4%.

Os cursos são classificados pelo Enade seguindo uma escala de 1 a 5 – Foto: Agência Brasil

O resultado também foi diferente no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD), que mede o quanto o curso agregou para o desenvolvimento do estudante. Entre os alunos do ensino EaD, 6,4% obtiveram IDD 4 ou 5, indicando que agregaram muito ao estudante. Já nos cursos presenciais, esse percentual foi de 21,6%.

Confira o perfil dos estudantes que fizeram o EnadePor outro lado, de acordo com pesquisa preenchida pelos próprios alunos, os perfis dos estudantes são diferentes. Enquanto no ensino presencial 42,3% dos estudantes não trabalhavam, 46,6% dos estudantes de EaD trabalhavam 40h por semana ou mais. O mesmo se aplica à renda, enquanto 35% dos que fazem o EaD precisam contribuir com o sustento da família, apenas 15,9% do presencial fazem essa contribuição.

Os cursos são classificados seguindo uma escala de 1 a 5. O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria, recebem 4 ou 5.

Para o ministro da Educação, Rossieli Soares, apesar dos dados, o ensino a distância funciona como meio de inclusão ao ensino superior. “É inegável que a educação a distância é uma forma de inserção para as pessoas que estão no mercado de trabalho, que têm mais dificuldade de tempo e às vezes estão em regiões isoladas. Mas também é inegável que nós precisamos olhar cada vez mais o quanto que isto está agregando aos alunos e que qualidade de cursos nós estamos ofertando”, ponderou.

Classificação geral
O resultado do Enade mostra que, na maioria dos cursos (59,5%), incluindo as duas modalidades de ensino, os estudantes tiveram um desenvolvimento semelhante durante a graduação, obtendo IDD 3. Já em 19,4%, o desempenho foi inferior à maioria: 3,8% com IDD 1, o mais baixo; e 15,6% com IDD 2. Outros 16,2% tiveram rendimento superior à maioria, com IDD4. Apenas 4,9% tiveram nota 5.

Escolas públicas
De acordo com os dados, 68,7% dos estudantes que responderam ao questionário cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. Destes, 75,2% estão no ensino presencial e os outros 24,8% no ensino a distância. O censo mostra ainda que 22,5% dos estudantes ingressaram nas instituições por meio de programas do governo federal, como o ProUni e o Fies.

Indicadores
Os indicadores foram calculados a partir do Exame do Enade 2017. Ao todo, participaram 451 mil estudantes de 10,6 mil cursos. Pelo menos 1,5 mil instituições de ensino participaram da avaliação. O Enade avaliou, no ano passado, cursos de bacharelados e licenciaturas das áreas exatas, licenciaturas e afins, além de cursos superiores de tecnologia de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial.

Sobre o Exame
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação, em relação aos conteúdos programáticos, habilidades e competências adquiridas em sua formação. O exame é obrigatório e a situação de regularidade do estudante no Exame deve constar em seu histórico escolar. A primeira aplicação do Enade ocorreu em 2004 e a periodicidade máxima da avaliação é trienal para cada área do conhecimento.

Bolsonaro diz que pretende acabar com ‘ativismo ambiental xiita’ se for presidente

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (9) que pretende acabar com o que chamou de “ativismo ambiental xiita” e acabar com a “indústria de demarcação de terras indígenas”. O candidato também falou em dar “retaguarda jurídica” para que os proprietários de terras em zonas interioranas se defendam de invasões de terras.

“Quero fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente. Não pode ter ambientalismo xiita no Brasil. Vamos acabar com a indústria de demarcação de terras indígenas. Índio não quer ser latifundiário. Índio quer poder arrendar a terra, quer poder fazer negócio, quer energia elétrica, quer dentista para arrancar toco da boca. O índio é ser humano como a gente. Não quer ser usado para políticas”, disse Bolsonaro.

“O homem do campo quer retaguarda jurídica. Quer saber que o Estado vai fazer reintegração de posse no dia seguinte caso a terra dele seja invadida. Que não vão chegar demarcando a fazenda dele como terra indígena de um dia para o outro. Tem fiscais do ICMBio e do Ibama que vão para o campo para multar os caras”, completou.

Sobre reforma da Previdência, o capitão reformado do Exército falou que não fará a que foi proposta pelo presidente Michel Temer (MDB). Ele criticou a idade prevista para a aposentadoria de policiais militares.

“Na proposta do Temer o PM aposentaria com 65 anos. Vai ser um fuzil ou uma bengala que vai aposentar? Mais de cem policiais perderam a vida no Rio. A expectativa do policial é de 50 e poucos anos. Nas Forças Armadas também”, disse, prometendo acabar com as incorporações em salários de funcionários públicos.

“As incorporações são fábricas de marajás. Funcionário da Câmara já ganha bem, R$ 10 mil. Assume uma comissão e ganha mais R$ 10 mil. E aí depois incorpora o salário depois de alguns anos. E faz tudo de novo. Vamos acabar com isso”, completou.

Ele ainda disse que tentará reduzir a maioridade penal para 17 anos. Segundo ele, a ideia é “tratar dos assuntos vagarosamente”, para que no futuro outro presidente possa tentar passar a maioridade para 16 anos.

“Talvez para 17 anos. Pode não aprovar se for 16. Na Câmara, o projeto de redução para 16 anos foi uma fórmula intermediária. E parou no Senado. No futuro passam para 16 anos e a gente chega lá. 90% da população quer isso”, disse Bolsonaro.

Dono de oficina ferido em explosão não resiste em morre em Teresina

O mecânico Francisco Nascimento Correia, de 49 anos, não resistiu as queimaduras provocadas pela explosão na sua oficina mecânica em que trabalhava em Piripiri (a 157 km de Teresina) e morreu na manhã desta quarta-feira (10) no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) onde estava internado há quase dois dias.

O estado de Francisco era considerado gravíssimo com mais de 90% do corpo queimado e queimaduras de 2° e 3° grau. Ele estava internado na UTI, sedado e entubado. Um suplente de vereador, que também estava no local, teve 32% do corpo queimado,Diógenes Benício de Melo Cruz, 54 anos, continua internado no HUT com quadro estável. As queimaduras também são de 2º e 3º grau. As lesões se concentram mais na face, tronco, braços e pés.

A explosão aconteceu na última segunda-feira (08) e deixou quatro pessoas feridas. Além de Francisco e Diógenes, o filho deste e um suplente de vereador que estava no local aguardando a liberação de seu veículo foram atingidos pela explosão.

Testemunhas afirmaram que Francisco trabalhava na troca de óleo de um veículo quando ele explodiu. O filho do proprietário e outro mecânico que estavam no local tiveram ferimentos mais leves e foram liberados.

A família está no necrotério do hospital aguardando a liberação para levar o corpo para Piripiri.

Mais de 40 candidatos desistiram ou tiveram candidaturas barradas no TRE

O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE) anunciou no final da tarde desta segunda-feira (17) que mais de 40 candidatos desistiram ou tiveram candidaturas barradas pelo pleno, devido a irregularidade junto à justiça eleitoral.

Segundo levantamento divulgado pelo TRE foram ingressados 439 registros de candidaturas. Desses, 387 foram analisados. Foram 14 renúncias e 23 indeferimentos – sendo que quatro deles ainda aguardam recurso.

As dez candidaturas ao governo do estado foram deferidas.

Veja números:

Registros pedidos: 439
registros deferidos: 387
Indeferidos (+ avulsa) – 19
Deferidos com recursos – 2
Indeferidos com recursos – 4
Aguardando julgamento – 12
Renúncias – 14

O triste retrato da educação de Piripiri: sem direção, a educação de Piripiri, segue sem rumo pelo descaso do poder municipal

Por problemas mecânicos, um ônibus escolar da rede municipal foi fotografado na estrada que dá acesso à comunidade Lajes dos Fidelis, zona rural de Piripiri. A informação é de que o veículo está no local desde quinta-feira (13).

Ainda nesta segunda-feira (17), o veículo está ainda no local. Os alunos ainda seguem sem o transporte.

Segundo o denunciante, Francisco Carvalho, o ônibus está parado na no meio da estrada por falta de pneu e os alunos perdendo aula. “O ônibus tá com 4 pneus estofados. Tem mais de um mês que o secretário e a prefeitura sabem do problema e não resolvem. E não para por aí, os os salários dos motoristas estão atrasados”, detalha.

Escolas fechadas e outras sucateadas,professores desvalorizados,transportes escolares em péssimas condições, motoristas de ônibus escolares com pagamentos atrasados, entre outros problemas de necessidade básica tornam a vida dos piripirienses, cada dia mais difícil.

Solicitamos que o secretário de educação de Piripiri, resolva o problema do transporte escolar , oferecendo ônibus que garanta a segurança do alunado, e ponha em dia o pagamento dos motoristas. Direito esse, garantido por lei.

FONTE: PIRIPIRI REPÓRTER

Nova pesquisa DATA AZ mantém Jôve Oliveira na frente de Marden Menezes para estadual

As eleições mais em aberto até aqui são as para a escolha dos 30 deputados estaduais e os 10 representantes do Piauí na Câmara dos Deputados. Somente um em cada três eleitores definiu em quem votar para deputado estadual e federal, conforme a apurou o Instituto Data AZ na segunda pesquisa eleitoral após homologados os candidatos.

Na disputa pela Câmara dos Deputados, os indecisos somam 67,92%, havendo ainda 8,24% de nulos e brancos, que é quase três vezes o percentual do nome mais lembrado para deputado federal na pesquisa, o ex-secretário estadual de Segurança, Fábio Abreu, que tem 3,84% das intenções de voto.

Depois de Abreu, os candidatos a deputado mais lembrados pelos eleitores são: Rejane Dias (2,72%), Silas Freire (2,16%), Júlio César (1,44%), Paes Landim (1,20%), Margarete Coelho (1,12%), Assis Carvalho (1,04%), Heráclito Fortes e Iracema Portella (0,88%), Átila Lira e Merlong (0,72%), Flávio Nogueira (0,64%), Joninha e Mainha (0,56%).

Com um nível de indecisão um pouco menor (61,52%), na disputa pelas 30 vagas na Assembleia Legislativa registram-se 6,88% de votos brancos e nulos, quatro vezes mais que o percentual de intenções de voto dos dois nomes mais lembrados para deputado estadual, Lucy Soares e Fábio Novo, ambos com 1,60%.

Depois deles, os que aparecem melhor situados na pesquisa são os seguintes candidatos: Wilson Brandão (1,52%), Gustavo Neiva (1,36%), Dr. Francisco Costa e Georgeano Neto (1,28%), Luiz Neto (1,12%).

A seguir vêm Zé Filho (0,88%), Hélio Isaías e Themistocles Filho (0,80%), Oliveira Neto e Teresa Brito (0,72%), Assis Magalhães, João Madison, Flávio Nogueira Junior e Severo Eulálio (0,64%), Franzé, Jove Oliveira, Marden Meneses e Zé Santana (0,56%).

FICHA TÉCNICA DA PESQUISA

Total de entrevistas: 1250
Municípios pesquisados: 65 nos 12 territórios de desenvolvimento.
Margem de erro da pesquisa: 2,77%, para mais e para menos
Data da realização: 04 e 07 de Setembro de 2018
Nível de confiança: 95% de toda a amostra
Realizador e contratante: Instituto Data AZ
Registro na Justiça Eleitoral: PI-01330/2018
Estatístico responsável: Laércio de Sousa Araújo – CONRE 9356

Morre a mãe de Marcelo Castro aos 93 anos em hospital de Teresina

Morreu na tarde desta quarta-feira (12), em Teresina, a mãe do deputado federal e candidato ao Senado, Marcelo Castro (MDB). Clotilde Costa e Castro era natural de São João do Piauí e tinha 93 anos. Mãe de 7 filhos, foi casada com o ex-deputado estadual José Dias de Castro, conhecido como Zé de Castro. Ele morreu aos 92 anos em fevereiro do ano passado.

Dona Clotilde passou mal e estava internada há seis dias do Hospital da Unimed. Segundo o ex-deputado Roncali Paulo, sobrinho da dona Clotilde, Marcelo Castro está inconsolável. O deputado soube da morte da mãe quando participava de reunião política em seu escritório em Teresina.

O irmão de Marcelo Castro informou da morte e Roncali foi avisar o deputado. “Ele (Marcelo Castro) desabou. Caiu em pranto”, revelou Roncali.

Em nota, Marcelo Castro informou que suspendeu temporariamente suas atividades de campanha, bem como encontros políticos.

O velório vai acontecer na casa de Clotilde Costa e Castro , no rua Honório Parente, no bairro Jóquei. O sepultamento será, às 10h, desta quinta-feira (13) no cemitério Jardim da Ressureição.

A família Costa e Castro emitiu nota à imprensa

É com profundo pesar que a família de Clotilde Costa e Castro lamenta seu falecimento, ocorrido nesta quarta-feira (12), aos 93 anos, em Teresina. Natural de São João do Piauí, foi esposa atenciosa de Zé de Castro, dona de casa, mãe zelosa de sete filhos, entre eles o Deputado Federal e candidato ao Senado Marcelo Castro, e avó amorosa de 25 netos. Deixa ainda 16 bisnetos. Contribuiu extraordinariamente para a construção do caráter de seus descendentes, com seu exemplo de vida sempre fincado nos valores cristãos de humanidade e dignidade.

De já agradecemos as manifestações de apoio e informamos que Marcelo Castro fará um hiato em TODAS as suas atividades de campanha ao Senado, assim como em encontros políticos e presença em redes sociais.

Família Costa e Castro

O presidente da APPM e prefeito de São João do Piauí, Gil Carlos, lamentou em nota a morte de dona Clotilde.

A Associação Piauiense de Municípios (APPM), em nome da sua diretoria, prefeitos (as), vice-prefeitos (as) e funcionários desta instituição, expressam sentimentos de pesar e votos de solidariedade ao deputado federal Marcelo Castro, pelo falecimento da sua mãe, Clotilde Costa e Castro, aos 93 anos, na tarde desta quarta-feira (12).

Dona Clotilde, mulher forte, amorosa e agregadora, estará na memória e nas boas lembranças dos que ao seu lado conviveram.

À família e aos amigos, ficam as orações dos que compõem esta Associação.

Gil Carlos Modesto Alves
Presidente da APPM

Fonte: Cidadeverde

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