Ceti José Narciso abre discussão sobre Saúde Mental

Ação Social promovida pela escola

O Ceti José Narciso, em sua Ação Social, vem desenvolvendo excelentes atividades. A escola está entre as melhoras instituições de ensino público do Piauí.

Fazendo jus ao conceito que lhe é atribuindo, a direção do Ceti José Narciso, por entender que o espaço escolar não é somente para as ciências, mas, também, um dos primeiros de convivência social que o aluno tem, vem buscando introduzir nas discussões da instituição um dos tema que, na atualidade, preocupa os especialistas em educação e saúde. O Ceti José Narciso em suas atividades da Ação Social discute a Saúde Mental na Adolescência, isso porque acolhe diferentes repertórios culturais e com os mais diferentes comportamentos humanos.

Ao longo desta semana, Saúde Mental foi tema central de diversas palestras ministradas por psicólogos, na instituição.

Abordar este tema se faz necessário nas instâncias de ensino, porque a cada dia percebemos o aumento do número de jovens e adolescentes com transtornos mentais dos mais diversos, em nossa sociedade.

Sabemos que estes atores, no espaço escolar, têm uma convivência comum e estão sujeitos às mesmas regras. Além disso, eles têm experiências diversas no dia a dia, fora dos muros da escola. Mas, cada um reage à sua maneira. Cada um sente de uma forma e vê seu mundo como o todo. Isso influência na formação da personalidade e na construção destes sujeitos.

Os reflexos particulares dizem a respeito da saúde mental de um adolescente e do meio familiar que ela vive, e o colégio é fundamental no equilíbrio emocional destes discentes, visto que, boa parte da interação desses alunos é na escola.

Com isso, o profissional em educação é chamado para mais esta atribuição, de forma especial, ter uma atenção maior no comportamento de seus educandos. Pois se deve ficar atendo a alteração de conduta do aluno. Nas alterações de humor, ansiedade, rebeldia, introversão, desinteresse, enfim, no comportamento geral destes indivíduos,

Outro gatilho a ser observado é a alimentação, além do afastamento de grupos e isolamento. Todos estes pontos são sintomas de que há algo errado com o adolescente, e tendo este conhecimento o professor saberá como agir, e quando o tema é discutido abertamente na escola, os colegas também podem ajudar na detecção destes problemas e alertar o professor e/ou a direção para que medidas sejam tomadas.

A importância também do diálogo sobre saúde mental se dá para que o próprio adolescente acometido de algum transtorno possa perceber que com a ajuda profissional tudo será mais fácil, além, lógico, do apoio da escola e da família.

“O Ceti José Narciso, sempre pioneiro, abre esta discussão para que a escola, família e sociedade falem abertamente sobre saúde mental e possam buscar soluções, melhorias e/ou amenizar o sofrimento silencioso de milhares de adolescentes em nosso meio”, disse a diretora, Inêz Araújo, à nossa reportagem.

Saúde mental – se faz necessário o debate!

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